Existem fatos mais concretos que provem a reencarnação?
Publicado em 15 de março de 2008.
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A Reencarnação baseada em Fatos

As vidas sucessivas sustentam uma importante coluna que implica na manutenção também aí da harmonia universal e do equilíbrio e regularidade com que a natureza funciona, revelando sua justiça e retribuindo méritos. As árvores, as plantações que dão sombra e fruto, recebendo a água da chuva, o sol para aquecê-las, e as raízes buscando no subsolo não apenas o líquido, mas, também os resíduos alimentícios que a natureza coleta, até mesmo, pela ação das formigas que transportam do solo para o subsolo os elementos orgânicos indispensáveis a essa curiosa gangorra. “É a natureza se refazendo contentemente, ela própria renascendo de suas cinzas, o líquen abastecendo-se das folhas secas e dos recursos minerais revolvidos no chão para o milagre da transformação permanente e do aproveitamento do que há de mais simples mais primário, tão indispensável quanto o mais sofisticado par o roteiro da continuidade da vida ..."

A reencarnação foi considerada como dogma, constante das crenças mais antigas, principalmente as orientais. O estudo e a pesquisa sistemática principiaram a ser feitos a partir do século XIX, tanto no Ocidente como no Oriente. Hoje em dia, pode afirmar-se que a reencarnação é objeto de investigação científica rigorosa. Por enquanto ela está enquadrada na área dos fenômenos paranormais, pelos aspectos nela contidos concernentes à memória extracerebral, e às marcas reencarnatórias de nascença (birthmarks). Acreditamos que tal enquadramento seja provisório, tendo em vista as suas mais amplas implicações com a Psicologia e a Biologia.

A importância da pesquisa da reencarnação, em bases científicas, está sendo reconhecida em todo o mundo, sendo raros os parapsicólogos que a ela não votem particular atenção.

Então, se perguntarmos o que poderia constituir uma genuína evidência da reencarnação, a única resposta possível parece ser a mesma que se daria à pergunta: "De que modo podemos saber que vivemos dias, meses ou anos anteriormente?" A resposta é de que agora nos recordamos de ter vivido naquela época, neste ou naquele lugar ou situação e haver feito, então, certas coisas e adquirido determinadas experiências.

Mas, haverá alguém que se lembre de ter tido uma existência na terra, anterior à presente?

Tanto as crianças como os adultos podem ter recordações da vida pré-vida. Há casos em que tantos uns como outros possuem conhecimento "inerente" e habilidades, tais como os idiomas estrangeiros, ou da própria reencarnação. Parece-me que todos possuímos esse tipo de conhecimento, sob certas circunstâncias. A causa dessa recordação é desconhecida; por vezes, aparente ser originária de um estímulo externo, operando através da associação.

Em certas circunstâncias, as informações estocadas na memória subconsciente da individualidade espiritual poderão aflorar, em forma de "memória extracerebral", na nova personalidade. Têm-se, então, as manifestações de comportamento e de lembranças reencarnatórias, isto é, oriundas da personalidade prévia.

Presume-se que certas circunstâncias poderão propiciar tais emersões mnemônicas de origem reencarnatória. Poderíamos enumerar algumas:

• Morte violenta precedida de intenso terror;
• Morte na fase infantil, seguida de curto período de intermissão, isto é, sucedida por um reencarne quase imediato;
• Vida caracterizada por sucessos muito marcantes, felizes ou infelizes, seguida de curto período de intermissão após a morte;
• Necessidade de retorno muito breve (intermissão curta) visando a concluir tarefa ou missão importante;
• Reencontro com fortes laços de afeição, ou com violentos sentimentos de ódio, entre as pessoas que foram protagonistas de dramas, tragédias e disputas; etc.

O Instituto Brasileiro de Pesquisas Psicobiofísicas - IBPP - Possui, em seus arquivos, vários casos com minucioso documentário, de pessoas que tiveram recordações de suas vidas passadas.

O caso patrícia x Alexandra, contém muita evidência intrínseca, não só pelas circunstâncias que o rodeiam, como pela existência, no corpo da paciente, de marcas-de-nascença de origem reencarnatória (birthmarks).

"Suas recordações, quando criança, começaram a ser comunicadas aos parentes, mais ou menos aos dois anos e meio, praticamente quando começou a falar...”

A personalidade atual, Patrícia, nasceu na cidade de Araraquara, Estado de São Paulo, no dia 14 de novembro de 1.939. Ela, além de professora primária, é formada em Direito e exerce elevado cargo em uma Empresa Estatal. Seus pais são brasileiros, descendentes de italianos.

Narra Patrícia:

"Mamãe conta e eu me recordo que aos dois anos e meio comecei a falar que havia vivido perto do Havre e que eu me chamava Alex Amadado Barralouf. Contei, também, que morri bem mocinha” (15 anos mais ou menos), de um tiro que um soldado me havia dado (por dedução lógica, penso ter sido na Primeira Grande Guerra).

Ela dizia que o Havre era um porto e lá se viam muitos navios. Isto ela afirmava sempre, falando assim: "Eu ia sempre passear no Havre e, no porto, eu avistava os navios passando." Patrícia relatou várias vezes este episódio, quando tinha apenas dois anos e meio de idade.

"Ao narrar o episódio de sua morte, em lugar de dizer que fora assassinada com um tiro, falava que lhe haviam dado uma garruchada.”

Na entrevista do dia 12 de setembro de 1.973, foi feito exame no próprio corpo da paciente, afim de verificar-se a possibilidade de existirem vestígios de ferimento causado pela bala. Imediatamente foram encontradas duas marcas cutâneas; uma delas na frente, pouco abaixo do seio esquerdo; uma outra, simétrica, nas costas, ao nível do rim esquerdo. O primeiro sinal tinha o aspecto de uma cicatriz oriunda de ferimento perfuro-contuso. O segundo sinal era maior, um tanto saliente, fazendo lembrar a cicatriz de algo de dentro para fora, dilacerando os tecidos da pele. Os dois davam a impressão das cicatrizes produzidas pôr um projétil que houvera atravessado transversalmente o corpo de Patrícia. O perfil das marcas, vistas lateralmente, forma um ângulo de 15 graus, aproximadamente, com a horizontal, mostrando que o suposto projétil fora disparado pôr uma pessoa mais alta que a paciente. Este detalhe acrescenta mais evidência à suposição de que se trata das marcas da bala que teria matado Alex.

O episódio da própria morte deve ter calado profundamente na memória de Patrícia. De fato, vamos rever o incidente ocorrido com ela, em Araraquara, quando tinha cerca de três anos de idade. Repitamos o relato de sua prima D. Dora, de 28 DEZ 78:

"Eu e ela estávamos defronte à Casa Barbieri, em Araraquara. Essa casa era famosa na época, lembrava os supermercados de agora. Patrícia, então, viu um soldado dentro da casa comercial e começou a gritar e a dizer: ele me matou, ele me matou, ele atirou aqui, e mostrava o peito. Fez um escândalo, jogou-se no chão, chamou a atenção do quarteirão inteiro. Eu fiquei envergonhada e saí correndo para chamar minha tia Irma, pois não sabia o que fazer. Patrícia passou o dia todo emburrada e falando: ele me matou."

"Em seus estudos de línguas, sempre mostrou grande felicidade para aprender o idioma francês.”

"Na entrevista do dia 6 de julho de1.971, Patrícia declarou o seguinte: ‘Noto grande facilidade para aprender o francês. Cursei a Aliança Francesa, até o segundo ano apenas. Quanto ao inglês, confesso que sinto grande dificuldade. Sempre tive aversão ao alemão’”.

"Vê-se, pelas declarações de Patrícia, que ela não tem facilidade para o aprendizado de línguas, exceto o francês.” O interessante é que, sendo oriunda de famílias italianas, tanto pôr parte do pai como da mãe, e convivendo com avós e tios italianos, ela não se refere ao idioma italiano.

"Portanto, é um fato inesperado que, no seio de uma família italiana, haja surgido uma garotinha que revelasse tanta afinidade pela França.” Este país pertencia aos aliados que lutavam contra alemães e os italianos.

Outros casos irrefutáveis de Reencarnação

• Matthew Marcus, de 12 anos de idade, residente em White Plains, subúrbio de Nova Iorque, é o mais jovem estudante deste século do College norte–americano.
Autodidata em Matemática, Química e Física, em dois anos completou os seis anos da High School.

A conselho dos professores, os pais de Matthew decidiram matriculá-lo numa escola superior. Hoje, seus colegas de classe são rapazes e moças de mais de 18 anos.

Comporta-se normalmente como um menino da sua idade e se diferencia, apenas, quando penetra na intimidade dos livros de Cálculos Avançados, Mecânica, Física, Química, etc.

• Kristen Banerjee, aluna do Lee College, no Texas, Estados Unidos, entrará para a Universidade aos 11 anos de idade, para doutorar-se em Medicina.
Kristen possui um QI acima da média, sendo que, com somente um ano de idade formulava, com correção, frases inteiras e, aos 04 anos falava com facilidade vários idiomas.

• Michelle Dácio, uma menina de apenas 02 anos interpreta desde músicas populares até clássicos famosos.
Com um ano e nove meses, a mãe de Michelle e sua professora de piano a surpreenderam tocando as cinco primeiras notas do Concerto Número Um de Tchaikowsky. Ela então se tornou atração na cidade de Eunápolis, nos sul da Bahia, onde já reuniu mais de mil pessoas numa audição.

Como explicar os minigênios?

Só a Reencarnação poderá esclarecer essa facilidade incrível de realização e aprendizagem, que caracteriza as crianças super-dotadas. São Espíritos que adquiriram, no passado – em existências anteriores (no plano físico) e no Mundo Espiritual – conhecimento e habilidade, e conseguem, precocemente, revelar ao mundo suas aptidões.

"Destes estudos, muita coisa surgirá acerca do renascimento. A reencarnação, há algum tempo considerada uma simples crença e até mesmo uma superstição, está atualmente ganhando outro nível conceitual nos meios mais cultos. O conceito da verdade está, sem dúvida, na evidência dos fatos. Desse modo, podemos esperar serenamente que a reencarnação será, dentro em breve, reconhecida como mais uma lei biológica; talvez a mais importante de todas elas."

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