O termo experiência Quase-Morte refere-se as “experiências fora-do-corpo” causada por traumas orgânicos, acidentes e/ou agentes físicos, químicos, psicológicos ou situações que envolvem momentos de grande risco para o corpo físico, tais como acidentes, eletrochoques, cirurgias, sufocação, afogamento, etc.
Na maioria dos casos a morte clínica do paciente é atesta pelos médicos. Recentemente foram divulgadas informações de cunho científico, denomindo “autoscopia” como sendo “o ponto de vista de quem esta fora do corpo, observando o próprio corpo físico” um dos assuntos que envovlem este tipo de experiência.
As pessoas que vivenciaram o fenômeno, geralmente relatam uma série de experiências comuns a elas, tais como:
• Um sentimento de paz interior;
• A sensação de flutuar acima do seu corpo físico;
• A percepção da presença de pessoas a sua volta;
• Visão de 360º;
• Ampliação de vários sentidos;
• A sensação de viajar através de um túnel intensamente iluminado no fundo (efeito túnel)
Nesse espaço atemporal, a pessoa vive a experiência quase-morte, percebe a presença do que a maioria descreve como um “ser de luz”, embora esta descrição possa variar conforme as representações culturais, filosofia ou religião pessoal. O portal entre estas duas dimensões é também descrito como “A fronteira da vida e a morte”. Por vezes, alguns pacientes que tiveram esta experiência relatam que tiveram que decidir se queriam ou não regressar à vida física. Muitas vezes falam de um campo, uma porta, uma sebe ou um lago como uma espécie de barreira que, se atravessada, implicaria o não regresso ao seu corpo físico.
Após a Experiência Quase-Morte os paciêntes parecem alterar o próprio ponto de vista em relação ao mundo e as outras pessoas. As mudanças comportamentais são sifinificativamente positivas. O principal fator para a mudança e a perda do medo da morte (tanatofobia); passam a valorizar mais as suas vidas e a dos outros; reavaliam os seus valores, ética e prioridades habituais; tornam-se mais serenos e confiantes, experimentam um aumento das percepções psíquicas; e aproveitam o maior conheciento do propósito da vida para acelerarem a sua evolução.
Estudos realizados em hospitais entre sobreviventes a paradas cardíacas aonde observou-se o fenômeno conhecido como experiência de quase-morte (que ocorre em cerca de 11% dos pacientes), incluindo as do cardiologista holandês Pim Van Lommel, demonstram apenas achados completamente explicáveis pela falta de oxigênio no cérebro em pacientes nos quais a morte encefálica não foi comprovada. As mesmas descrições de experiências de quase morte podem ser reproduzidas por medicações como a quetamina ou por indução de hipóxia cerebral por alta gravidade, incluindo visão em túnel, comunhão com Deus, saída do corpo e alucinações.