Crianças prodígio
A   +A   ++A

De tempos em tempos têm-se notícia de alguém que se destaca por suas aptidões na tenra idade. Faculdades de tal modo superiores e sem nenhuma relação com as de seus descendentes. Freqüentemente tem-se citado o caso de Mozart, executando uma sonata ao piano com quatro anos e, aos oito, compondo uma ópera, mas ele não é o único em toda a história que muito cedo ganhou destaque.
Pascal aos 13 anos de vida dominava inteiramente a matemática e a geometria. Victor Hugo também aos 13 anos de idade já era literato. Listz, aos 14 anos já havia composto uma ópera e desde muito pequeno era considerado grande intérprete musical.

Com 10 anos Beethoven já era conhecido como um gênio. Pepito de Ariola tocava árias como um mestre, tendo apenas 4 anos de idade. Marco Aurélio recebia aulas de retórica de Hermógenes, que tinha, na época, 15 anos de idade. Leibnitz era mestre, aos 8 anos, de latim e com 12 anos, de grego. Trombetti aos 12 anos falava facilmente alemão, francês, hebraico, grego e latim, na idade adulta dominou 300 linguas. Van de Kefkhore que faleceu aos 11 anos deixou um acervo de 350 quadros pintados.

Assim, excluindo a possibilidade de um conhecimento ou mesmo aprendizado anterior, como entender os gênios ou crianças prodígios?

Àqueles que insistem na hereditariedade como fator principal para o despertar de tais dons desconheçam que Leonardo da Vinci, Benjamim Franklin, Champolliom, Schliemman, Spinoza, Beethoven, Berzelius, Kant, Galileu, Copérnico, Descartes, Kepler, Galvani, Bacon, Berkeley, Claude Bernard e muitos outros sábios, vieram de uma família sem expressão e os descendentes, sem a inteligência dos pais, contrariam o famoso ditado popular: 'Filho de peixe, peixinho é'.

O fator hereditário torna-se um frágil argumento diante dos exemplos enumeráveis, ao longo da história, de homens geniais gerando filhos não inteligentes, e de seres embrutecidos dando vida a gênios. Benjamim Franklin, físico, filósofo, inventor, político norte-americano, foi filho de um modesto fabricante de velas. Tornou-se um dos grandes personagens da história americana: gigante na tarefa da declaração da independência dos Estados Unidos, autor de pesquisas de eletrostática e criador do pára-raios. Tanto tinha consciência de que sua sabedoria não fora adquirida nesta vida, que em sua lápide deixou o seguinte epitáfio: “ Aqui jaz, como a lombada da capa de um livro, o corpo de Benjamim Franklin, livreiro, que há de voltar em edição nova e renovada”.

Não há dúvidas da presença da reencarnação explicando a problemática dos gênios e das crianças prodígios, decifrando enigmas de difícil compreensão ou interpretação.

ir ao topo
 
Veja também
Publicado em 09 de julho de 2010.
Publicado em 18 de junho de 2010.
Publicado em 18 de maio de 2010.
Publicado em 26 de abril de 2010.
Publicado em 27 de fevereiro de 2010.
 
Arquivo destaque
Publicado em 09 de julho de 2010.
 
Seções
 
Livro à venda
A Reencarnação está na Bíblia...
Reencontrando o antigo ensinamento!
Autor: Luiz Antonio Rucinski
R$ 25,00 (cada) + frete
Clique aqui e veja mais detalhes
 
Newsletter
Cadastre seu e-mail e receba notícias do portal da Reencarnação
Nome: 
E-mail: 
Cidade: 
Estado: 
arquivos      filmes      links      livros      músicas      notícias      novelas      personalidades      vídeos
home   .   twitter   .   perguntas frequentes   .   contato
2009. Portal da Reencarnação. Todos os direitos reservados.